sexta-feira, 6 de setembro de 2013

POEMA JAMAIS A ESQUECEREI


 
JAMAIS A ESQUECEREI 

Sempre a amarei, eu sei!
Esquece-la jamais,
Jamais a esquecerei,
Mais os seus, os nossos, rituais,
A mulher que sempre amei,
Que em termos formais,
Eternamente amarei,
Ainda que, em espaços unilaterais,
Sempre com afã de um rei!
Tornando, atos de amor reais,
Em tudo visando a grei,
Falei em unilaterais?
Então reparei no amor de lei!
O coração exige sempre muito mais!
Apenas ensaiei,
Os amores devem ser bilaterais!
É evidente... Versejei!
Os amores desejam-se normais,
Em pêndulos os transformar, jurei,
Desejo fazer sentir atos celestiais!
À mulher que eu amo, versos cantarei,
Ela é rainha e ser preterida, jamais!
Eu poeta sonho com uma serenata, onde estremecerei,
Ao ver o gozo dela, da surpresa, ao ver castiçais,
Por ambientes a parecer sobrenaturais providenciarei,
 Disse sobrenaturais?
Com a ideia serenei!
O nosso amor ficará nos anais,
Ele é puro merece - todos os obstáculos vencerei,
 Esquecê-la jamais!
Ela para sempre é a minha deusa, eu a ela me doei,
Sinto o mundo dela muito meu, o meu todo a ela oferecerei!
Jamais a esquecerei!
Jamais a esquecerei!
Jamais a esquecerei!
 
Daniel Costa

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

POEMA GRADEZA E SIMPLICIDADE



GRANDEZA E SIMPLICIDADE  
  

Olhem a verdade!
Olhem a grandeza!
Grandeza e simplicidade,
Vida de beleza,
Grandeza e felicidade,
Ela se apresenta com leveza,
É a sombra da igualdade,
Estatuto de alteza,
Alteza de solenidade,
Culto de singeleza,
Mulher de bela serenidade,
Mulher de franqueza,
Mulher de humanidade,
Minha princesa,
Deusa de verticalidade,
Esteio de deusa da leveza,
De eterna bondade,
Adoro a sua lhaneza,
A sua tranquilidade,
Equilibro e mental destreza,
Sagacidade,
Moderna alteza,
Despida de ansiedade,
Faz dela o amor, que se preza,
Preza sem leviandade,
Se deixa amar, por quem por ela reza,
Sente a pureza do amor, de amizade,
O meu coração de amor, embeleza,
Grandeza e simplicidade,
Minha romântica Veneza!
Grandeza e simplicidade!
Daniel Costa

domingo, 1 de setembro de 2013

POEMA VERDE, VERMELHO E AMARELO




 



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VERDE VERMELHO E AMARELO   

Do amor a fidelidade revelo,
Amaria poder basear-me nas constituições.
Verde vermelho e amarelo!
A mesquinhez, fez delas, convenientes desuniões,
Para, enganar o povo singelo,
Apelando ao voto em tempo de votações,
Depois ganhando, troçam da sua fé, que dirão de polichinelo,
Medíocres, inqualificáveis a vencer aos milhões!
Tomam o poder, depois o povo que
Mais ninguém ouve, como se passasse a gelo,
Dizem, terá novas eleições!
Verde, vermelho e amarelo!
No Brasil o Papa Francisco fez abanar as socias discriminações,
Ele foi embora, o italiano “Fratello”!
Mas, Deus, as constituições!
Das alterar, têm medo de provocar o degelo,
Entre senhores e o povo, os ditos vilões!
Jamais valerá, qualquer apelo?
Cairia o Carmo e a Trindade e todas as estátuas do imortal Camões!
Verde, vermelho e amarelo!
As cores se unem, em amor como bastiões,
Unem o povoléu com amor belo,
Com a miscigenação desde há gerações,
Cultura entre países, em irmandade e linguagem? Fica eterno libelo!
Só férias e mordomias, interessam aos barões,
Oh meu povo! Amem o semelhante, com amor a ser desvelo!
Amem sempre, mas digam, façam, mostrem antes de eleições,
Verde, vermelho e amarelo!
Depois prometam e deixem de ser camaleões,
Mostrem que valem, na mesa, o seu desvelo,
Se reúnam em perfeitas uniões, para alterar constituições,
Verde, vermelho e amarelo!
Existem dúvidas? Gostam de ser poltrões?
Verde, vermelho e amarelo!
Está aqui um poeta, que sabe amar uma mulher, sem distinções,
 A pensar sem ambições de fazer girar um mundo de desvelo,
A pensar nas dificuldades que sentiram, seus cerca de duzentos patrões,
 Amor, verde, vermelho e amarelo!
Daniel Costa


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

POEMA ALVURA DA FANTASIA



ALVURA DA FANTASIA 

O castelo imaginado no ar, não existia
Na sua falta de significado,
Alvura da fantasia,
Fantasia sem pecado!
Ânsia de devorar a distância,
Ter sempre o amor a meu lado,
Desejo de alvura, na militância,
Enquanto o amor estiver bloqueado,
Fantasia senti, como harmonia,
De amor arvorado,
O coração esgrimia!
Apaixonado, sintonizado,
Suavidade como anestesia!
Não, para ser operado,
Sim para sorver a distância,
Esse estado!
Essa gramatologia,
A me trazer de amor animado,
 Pureza de apetência,
Sentir de irreverência inundado,
Sempre havia catarsia
A advir de todo o lado,
O eterno refulgir da audácia,
Audacioso amor sustentado,
Como planta endémica em sintonia,
Parecendo brocado arrendado!
De alvura notada primazia,
A deleitar, como primado,
De sabor e odor de malvasia,
Era assim que via e sentia, aquele anjo doirado
Alvura de fantasia,
Rosto, pálido, tisnado!
No seu mundo de fidalguia,
Sempre o soube usar, para me trazer deslumbrado!

Daniel Costa


terça-feira, 27 de agosto de 2013

POEMA PÉROLA DE MORDOMIA



PÉROLA DE MODORMIA

Todo o mundo comigo bulia.
Era o amor a parecer castigo
Pérola de modormia,
Meu amor – amor amigo!
Era assim que eu a sentia.
Quando estava comigo,
Debaixo dos pés o mundo fugir me parecia,
Afinal, sem imaginar, já era seu amor antigo,
Ao saber, que euforia!...
Que novo mundo de abrigo!
A mulher que eu amava, me aceitaria!
O meu amor já era desejo sentido,
 Que ocorria, que ardia!
Eternamente iria ter aquela mulher comigo!
Oh… Ela me amar, já há muito concebia!
Ficaria como uma pérola, um anjo amigo,
Céus… Que primazia!
Papa Francisco, Deus meu, eu vos bendigo!
 Na minha suave arritmia,
Encontrar na tua mesa abrigo,
Na bainha do teu vestido, melodia,
No teu colar o código,
O da chave do seu coração, que com o meu mexia,
Num fulgor de corações, em união de leigo,
Com desejos e efusões de romaria,
Simultaneamente, encontros de olhar meigo,
Tudo para a união concorria,
Em tudo, o amor estava a ser pródigo,
Pérola de mordomia!
Nos caminhos do amor seguia e sigo,
Foi assim que encontrei a pérola de valor!
Num vértice ondulado, sedutor! 

Daniel Costa

terça-feira, 20 de agosto de 2013

POEMA AMOR MADURO


 
BOLHAS DE AMOR MADURO   

É saudável respirar ar puro.
Refletir sobre o mundo que me rodeia,
Bolhas de amor maduro,
Nunca me deixo prender na teia,
E teia me rodeará, pelo seguro!
Há que não cair em teias, há que ter veia,
Tendo performance de carácter duro,
Só o seguro amor que me enleia,
Com uma mulher bela, terei bonito futuro,
Ela é como creme que me bronzeia,
Ela é como radioso sol nascituro,
Pérola que, encontrei na areia,
Pérola de mulher, amor de futuro.
Mulher sereia,
Por quem me aventuro!
Por esse amor que me encandeia,
Ao amor me amparo e ao futuro!
Deixo a estrada que, a cada passo, me enlameia,
Deixo o rumo do, ora claro, ora escuro!
O coração arde, se incendeia!
Tudo me parece imaturo!
Agradeço aos deuses e a alguém a epopeia.
Bolhas de amor maduro!
fica­ o amargor que se saboreia!
Ficam bolhas de amor maduro! 

Daniel Costa

domingo, 18 de agosto de 2013

POEMA AMOR SUBLIMADO



AMOR SUBLIMADO  

Amor sublinhado,
Coração ardente,
Amor sublimado,
Desejado vertente,
Crescimento multifacetado,
Vulcão de erupção latente,
Sempre subordinado,
Obediente!
Ao ser amado,
Para o ter sempre presente,
Alegre e enamorado,
Feliz e contente,
Conivente, apaixonado!
Que assim o amor se alimente!
Se sinta ornamentado,
Pertinente,
Mulher sobre estampado,
Beleza reluzente,
Como se espreitasse namorado,
Amaria ser eu o vidente,
O seu apaixonado,
O seu moderno e eterno confidente,
Num estremecer desmesurado,
Confiantemente,
Me senti amado e motivado,
Dei passos em frente!
 Naquele peito batia amor sublimado,
Coração quente,
Amor sublimado! 

Daniel Costa