domingo, 8 de dezembro de 2013

POEMA AMOR DE BRILHO





AMOR DE BRILHO  

Dois anos o amor foi trilho,
Trilho encantador
Amor de brilho
Aos deuses louvor
Em tudo na vida, há sarilho
Ainda que não feneça o amor!
Sempre havemos encontrar espartilho
A desejar ensombrar o esplendor
 O amor não é milho!
É uma semente de duo empreendedor
Amor de brilho
Interpretado a rigor
A levar de vencida qualquer caudilho
 De olhar, aparentemente, não sofredor
Ela olha o mar, como quem olha um filho
A mulher de óculos escuros, desejando justiça sem dor!
A rocha de calcário a emoldura como caixilho
Aquela mulher amor mostra seu valor
Amor de brilho
Seu olhar vencedor
Tem o mar, como um estribilho
Espera e superará sem fragor
Amor de brilho!
 
Daniel Costa
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

POEMA O AMOR E O OTIMISMO



O AMOR E O OTIMISMO 

Amar é intimismo
Assim deve ser entendido
O amor e o otimismo
Dualidade, em resumido
Verticalidade, determinismo
 Humanismo assumido
Solidariedade e lealismo
Depois do amor já vivido
Digo não ao conformismo!
Amor eterno como o amido
Estoicismo!
Sem lamento ou prurido
Sempre presente o dinamismo
A transmitir um sentido
À mulher que luta pelo moralismo
A mulher que espreita um mundo mexido,
O mar se espraiando com metodismo
Entre as rochas o escuta sem rugido
O entende como simbolismo
Acariciando a areia, embevecido!
Pensa na lua cheia, com fé e otimismo
Espera, sem se tornar um ser enraivecido!
Ainda que, espere a justiça ser feita ao imoralismo,
Como foi consabido!
O amor e o otimismo,
Esperam a justeza de acabar com a idiotice, ato atrevido!
O amor e o otimismo!

Daniel Costa
 
 


 
 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

POEMA AMOR NA DIÁSPORA

 


AMOR NA DIÁSPORA

Pelo mundo afora
Esquecendo o que foi a Babilónia
Amor na diáspora
Ainda não havia a Rondónia
Já não temos a humanidade de outrora
            “Em verdade vos digo”, ficou sempre a agonia!
A agonia devastadora
Sempre a esperança, como espora
O saber esperar de baronia
Esperar com otimismo a nossa hora
Olhar carinhosamente, o azul do amor, da harmonia!
Esperar a auscultadora viajar sem demora
Ver o seu mundo, em tons que não pressagia
A insana calculadora!
Esperando, amadureça com amónia
Que fique com a sua ânfora,
Para acabar com a insónia!
A pode utilizar a imaginar, como foi devastadora!
Se metamorfoseando sem parcimónia,
Da devassidão é promotora
Orgulho de pretender ser da Caledónia
Do pecado de desejar desamor é detentora
A tentar criar desarmonia…
… Amor na diáspora,
Que vencerá com terna polifonia!
Amor na diáspora!

Daniel Costa

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

POEMA AMOR DE PREDESTINAÇÃO





AMOR DE PREDESTINAÇÃO 


Teve origem na religião
Amar é a doce suavidade
Amor de predestinação
O contar com inteira personalidade
A resistir a qualquer rebelião
Saber lutar com sagacidade
Esperar pelo festão
Que o mundo provoque a queda da leviandade!
Volte a deixar ter a felicidade à mão
Felicidade… Oh felicidade!
Quero-te junto ao coração
Desejo-te serena, a sentir minha serenidade
Neste vale de viração
Retalhos de leviandade,
Pura e íntima aversão
Desrespeito pela amabilidade
Inteira ferocidade e rebelião,
Resposta em pedestal, sorriso de verdade,
Verdade, já assinalada no Verão,
Proclamada, com sagacidade
Perante o mar, o céu, a imensidão!
Vamos abrindo caminho à honestidade
Amor de predestinação
 Pede-se apenas humildade!
Haja quem queira ou não,
Haverá humanidade!
Que persista o amor de predestinação!


Daniel Costa


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

POEMA AMOR NA GARE DO ORIENTE



 
AMOR NA GARE DO ORIENTE
Foi sonho, não acidente!
Embalado em sonho azul-turquesa
Amor na Gare do Oriente
Cheguei, sonhando com uma duquesa
Insistente, não vagamente,
 Com uma mulher beleza
Um avião me transportaria, docemente
Sem sentir a sombria despesa
Foi um sonho do subconsciente
A ter o ténue cheiro a framboesa
Sonho intermitente
O azul da indumentária da havanesa!
Aparecia permanente
O que se sonha acontece, como nasceu a Marselhesa
A encontrei reluzente
Altiva e meiga, como uma prioresa
Atraente!
No sonho preconizei a empresa,
Da conquista, daquele coração, vidente
Ser a minha única avareza!
Sonho omnipresente
Linda mulher, a merecer a minha reza,
Amor na Gare do Oriente
Como é belo ter aquele amor à minha mesa!
Amor na Gare do Oriente
Sonho irreverente!
Amor na Gare do Oriente! 
Daniel Costa

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

POEMA LÚCIFER - HACKEADORA







LÚCIFER – HACKEADORA


A toda a hora e agora!
Tentados por lucifer,
Lúcifer - hackeadora
Tenaz, a fazer prevalecer
Injustiça de outrora
Há muitos a hackear, a saber!
Todos ficamos a entender agora
Quem o faz ao serviço do bem, sente prazer
Para que se distinga, da maldade demolidora
Já propõe a definição de reack para reger
De separar o trigo do joio é a hora!
Haja uma separação de paz a valer
Que sempre nasça a bela aurora
Criou-se um mundo novo, energúmenos a ranger!
Como certa hackeadora a precisar de tesoura
Nisto a justiça precisa se deter
Para a tornar perdedora
Que fazer? É a mediocridade a trazer!
Ser inteligente, não é apenas saber ser hackeadora
Isso revela prepotência ter!
Porém, bem pode esperar a justiça condenadora
Afim-de a deter, ainda que se deseje defender
Do que, moralmente, já é pecadora
A justiça se vai precaver,
Espremendo a hackeadora
A verdade, sairá redentora
Lúcifer-Hackeadora! 


Daniel Costa



 

domingo, 1 de dezembro de 2013

POEMA AMOR PAZ E JUSTIÇA





AMOR DE PAZ E JUSTIÇA  


Não é taça de cortiça
Lutar por um mundo justo
Amor de paz e justiça
Será como estar à volta de magusto
Na mente a cibernética
Amadurecida no posto
Como se fora aritmética
Penso nisto, testo
Avisto uma mulher categórica
Com seu vestido roxo, augusto
Parecia teórica
Fui ao seu encontro, olhei seu busto
A sua beleza seria dórica?
Na beleza invisto
Beleza estética
Com ela insisto, sem custo
Amor de paz e justiça
Hino a um bonito gesto
Senti a sua cosmética
É da sua genética, eu honesto
Ela didática
De olhar simultaneamente, altivo e modesto
Ela finge de feliz… Diagnostica
Eu lesto… Testo
Amor de paz e justiça
Registo…
Amor de paz e justiça!
 
Daniel Costa