sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

POEMA HUMILDADE, VIDA DE PRECIOSIDADE







 HUMILDADE, VIDA DE PRECIOSIDADE 


 Deidade
Esvoaçante
Humildade
Amor dominante
Sem caducidade
Vida amante
Amante da verdade
Amor reinante
Interagindo com tenacidade
Como ave esvoaçante
Grunhindo da desumanidade
Ave migrante
Fugindo da tempestade
Voo rasante
Amando a liberdade
Estruturante
Amor sem maldade
Brilhante
Humildade, vida de preciosidade
 Preciosidade de amante
Sagacidade,
Se encontra outra variante
Ruindade
Insinuante
A impedir o voo da felicidade
Invejas a espreitar num mirante
Com olhar de insanidade
Qual ave errante
Humildade, vida de preciosidade
Em cor berrante
Humildade, vida de preciosidade!


Daniel Costa


domingo, 5 de janeiro de 2014

POEMA AMOR ETÉREO E IMACULADO





AMOR ETÉRIO E IMCULADO  

Vigor de amado
Vestido branco presente
Amor etéreo e imaculado
No seio da multidão se pressente
A possibilidade de ser seu namorado
De tanta beleza ficará temente
Ali na areia como pedestal enluarado
Haverá festa! A alvura é entorpecente!
Se vista de outro ângulo, se de outro lado
O desejo de amar quele anjo é premente
De branco sagrado
O ser será polivalente?
Quis sentir quanto seria amado por um ser venerado?
Todo o mundo olhava a sua silhueta ardente
Olhava-se e sentia-se fé, no anjo sagrado
Que podia um pobre de Deus, um penitente?
 Naquele momento sarar o pecado!
Para ter direito a ser o presente
Do anjo enlevado, de brancura tomado
Viver num mundo de felicidade permanente
Ser o cavaleiro do condado
Foi desejo convincente
Nisto pestanejou, olhou para o lado
Tudo se tinha esfumado de repente
Já não mais se viu o branco imaculado
Ficará para sempre a visão adjacente
Amor etéreo imaculado! 

Daniel Costa

sábado, 4 de janeiro de 2014

POEMA AMOR DE COR QUENTE




 






AMOR DE COR QUENTE  


Paisagem saliente
Sobressai o amor belo
Amor de cor quente
Mundo de otimismo singelo
Mundo diferente
Tom de violoncelo
O que prende a gente
O olhar com zelo
O olhar do poeta reverente
Num mundo onde sobressai o amarelo
O verde confluente
Azul em tom escuro é apelo
Amarelo verde, azul, formam o eloquente
O que configura castelo
O amor permanente
Amor em figura de modelo,
Modelo influente
Amor sem paralelo
Amor de fé e positivismo afluente
Com um gostinho a caramelo
Infinitamente anuente
Nada a ver com Desdêmona e Otelo
Terno e eterno confluente
Amor de infinito zelo
Por força transparente
Com o sol a faiscar no amarelo
Amor de cor quente
Com ele bonito e brilhante cabelo
Amor de cor quente!


Daniel Costa

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

POEMA AMOR FEITICEIRO







AMOR FEITICEIRO  


Jamais será amor passageiro
Ardoroso, feiticeiro, bondoso
Assim é o amor feiticeiro
Vivencia otimismo em clima airoso
 No caloroso Rio de Janeiro
Propenso a manter-se garboso
Ciúme e queixume estão em posto aduaneiro
Representando otimismo formoso
Eternamente farol luzeiro
A torna-lo lindo, regado para se manter viçoso
Perto paira o amor lisonjeiro
Por hora cuidadoso
Do catamarã acena primeiro
Em jeito habilidoso
Faz sentir o amor em mais um pré-Janeiro
Espera-se, se torne estrondoso,
Estridente mensageiro
 Necessário, humilde e carinhoso,
Pitoresco, brumaceiro
Leal e ufanoso
A beleza seduz e o torna lanceiro
Mostrando-se ditoso
Do amor ultra feiticeiro
De sonho de ciúme vaidoso !?
Amor feiticeiro! 


Daniel Costa

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

POEMA ESTRELA, MEU PRESENTE





 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 








ESTRELA, MEU PRESENTE  
 
Sempre convincente
O faiscar da estrela,
Estrela, meu presente
Ainda que sem sol na viela
Quedo-me contente
Com o manifesto dela
Estrela omnipresente
Alma de brilho singela
Que o coração pressente
Numa remadela
Sentida anonimamente
Virá comovente
Saberei que do amor tem chancela
Veloz, voz eloquente!
Terá o brilho de virgem donzela,
Confiadamente
A recebo com uma flor na lapela,
Num sonho ardente!
Sonho de presente sentinela
Que a sua hora deseja avidamente
Não será furtadela
Encontrará peito de combatente
A mirar no firmamento, certa estrela
Estrela, meu presente!


Daniel Costa
 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

POEMA SONHO RENOVADO






SONHO RENOVADO 


Depois de me sentir desconsolado!?
Tudo voltou a germinar
Em sonho renovado
Bastou saber esperar,
Bastou o positivismo otimizado
 Também a força do saber amar
Valendo o aprendizado,
Esperando a preia-mar
Para um lanche de sabor ameloado
Tentado predeterminar,
A hora do amor nacarado
Tendente ao amor se concretizar
Em tom amelado
Podendo-se todo o despudor anular
Entrar na onda animado
A nela em equilíbrio baloiçar
Para à sereia, apurpurado,
Meu amor entregar
Faze-la sentir o bordado,
Que ela sempre de mim pôde esperar
Depois de tormentas e burlesco ateatrado
Nunca deixei de me vitaminar,
Para sempre continuar digno namorado
Sem me deixar contaminar,
Eternamente, com o sonho renovado
Infinitamente, enamorado
Sonho renovado!


Daniel Costa

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

POEMA NATAL À CONVERSA COM DEUSES





NATAL À CONVERSA COM DEUSES 

Intuí, e vós com as vossas evasivas tosses!
Mais arreigaram a minha mente
Natal à conversa com deuses!
Questionei: porque acerrimamente?
Desconstruis como vos aprouvesses
Mesmo que anonimamente
Como se um pastel de Belém vós roesses
Vós já reparaste no aparato que claramente?
Claramente, a pregar, como o mundo abrangesses?
As boas novas faltam como fica evidente
Vós tendes, ministros com mansões, como se as construísses
Grandes aviões, tudo polivalente!
Mas vós existis ou estais no além como se te entretivesses?
Entretivesses no gozo, no jogo de ver o povo depreciativamente
Fazeis o quê? Viveis a atiçar algozes a quem, por vós, o mundo corroesses?
Oh deuses! Vós estais a destruir a moral do mundo lentamente!
Para o contrariar nada fizeste, nada obstruísses!
Os vossos fiéis degradam, o que podem, afincadamente
O que fazeis vós? Que não seja contabilizar as vossas benesses!
Benesses que aos vossos vassalos mandaste criar, impunemente!
O poeta grita! Venham cá abaixo ver como vós a maldade incentivasses!
O poeta grita coerentemente!
Reuni os antigos testamentos, venham adaptar deuses! Mais não devasses!
O mundo evoluiu, já não é como antigamente,
Natal à conversa com deuses
Eu poeta, estive trinta dias no limbo, posso gritar prementemente!
Natal à conversa, mais monólogo, com deuses!
Como? Se eles nunca se dignaram, se a isso sempre se mostraram temente (s)!
Fico com a minha dose de loucura, seus deuses!...
Natal à conversa com deuses!
À fé de quem sou, desejo estar na vida coerente!

Daniel Costa