SEMPRE FUI ETERNO OPTIMISTA, A MINHA POESIA REFTECTE. AMO A VIDA E O MUNDO, QUE TUDO SEJA PROFUNDO.
quarta-feira, 28 de março de 2012
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
PREFÁCIO
PREFACIO
Conhecer o poeta e escritor Daniel Costa e sua obra é motivo para enriquecer cada vez mais o conteúdo de quem o lê. Conheço-o pelo seu trabalho intelectual, por quem tenho uma grande admiração, consolidada por uma amizade fortalecida por todos estes valores que o poeta é dono.
O poeta Daniel Costa celebra a vida em versos que refletem o seu otimismo sempre presente como flor da esperança que floresce na alma dos leitores, como primaveras exalando perfume de essências etéreas. Suas poesias ganham sonhos e alçam vôos, mas não perdem a realidade. A expressão poética fixada em toda a sua obra, enaltece a pureza das grandes virtudes e dos mais elevados sentimentos de humanidade. O poeta vai do canto à paz, ao amor, à fraternidade, até o que há de mais belo no seu interior para doar a todos.
Sua poesia divaga sobre as musas, fonte de sua grande inspiração, sempre na mais absoluta pureza dos grandes sentimentos, vendo no feminino a beleza que se revela de forma ímpar aos olhos do poeta. Só ele sabe ver e dizer a singularidade da expressão da alma feminina das suas musas com elegância e com uma linguagem harmoniosa.
Daniel Costa vive o propósito da sua vida dentro do otimismo e com a compreensão sempre atualizada da vida e do que é do mundo. Nada escapa à sensibilidade do poeta na arte da captação da essência do ser humano e na sua fascinante e reflexiva produção poética onde cintilam suas aspirações ampliando seus horizontes.
Sarinha Freitas, Rio de Janeiro, Brasil. Novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O POEMA HOMENAGEM


fotos: filho da Mariazita, no lançamento de AMOR NA GUERRA
Em cima a Mariazita faz a apreserntação, tendo à direita Andreia
pela editora, à esquerda o autor. Em baixo o autor e Mariazita trocam impressões.
HOMENAGEM
A vida é uma viagem
Viagem de muitos encontros
Alguns merecem que nos curvemos em homenagem
Encontros que acontecem parecem naturais
Aconteceu com Mariazita
Encontros interessantes, há mais
Porém devo o que vou relatar, a essa mulher, Ana Diniz
Depois… depois, os encontros vieram a tornar reais
Navegava nesta viagem e a Mariazita, esquecer jamais
Reaprendia a escrever, postar fotos não sabia fazer
Mariazita veio a saber porquês
Sabedora, coração bonito, entendeu e deu dicas para tecer
Cortês, pelo meu caso se interessou
Já tinha escrito por três vezes, com outra designação
O que passei a designar Amor na Guerra, versátil que sou
Por ser real, posso dizer: a Mariazita teve intervenção
Na maneira do desenrolar das cenas
Comentou e deixou verdadeira lição
Gratidão ficou àquela mecenas
Foi pela bondade dela, que atravessei, a sós, o Tejo
Na altura cometi essa loucura
Queria participar da sua alegria, o cumprimento dum desejo
O lançamento do seu livro, com agrado observei, essa ternura
O envolvimento de filhos e netos
Numa bonita moldura
E a Mariazita me apresentou em Lisboa
No lançamento do AMOR NA GUERRA, Não esperaria essa ventura
Filho e marido presentes também
O rebento fotografou
Incluiu o pai e a Mariazita mãe
Um gosto!
Gosto para mim também
Daniel Costa

fotos: filho da Mariazita, no lançamento de AMOR NA GUERRA
Em cima a Mariazita faz a apreserntação, tendo à direita Andreia
pela editora, à esquerda o autor. Em baixo o autor e Mariazita trocam impressões.
HOMENAGEM
A vida é uma viagem
Viagem de muitos encontros
Alguns merecem que nos curvemos em homenagem
Encontros que acontecem parecem naturais
Aconteceu com Mariazita
Encontros interessantes, há mais
Porém devo o que vou relatar, a essa mulher, Ana Diniz
Depois… depois, os encontros vieram a tornar reais
Navegava nesta viagem e a Mariazita, esquecer jamais
Reaprendia a escrever, postar fotos não sabia fazer
Mariazita veio a saber porquês
Sabedora, coração bonito, entendeu e deu dicas para tecer
Cortês, pelo meu caso se interessou
Já tinha escrito por três vezes, com outra designação
O que passei a designar Amor na Guerra, versátil que sou
Por ser real, posso dizer: a Mariazita teve intervenção
Na maneira do desenrolar das cenas
Comentou e deixou verdadeira lição
Gratidão ficou àquela mecenas
Foi pela bondade dela, que atravessei, a sós, o Tejo
Na altura cometi essa loucura
Queria participar da sua alegria, o cumprimento dum desejo
O lançamento do seu livro, com agrado observei, essa ternura
O envolvimento de filhos e netos
Numa bonita moldura
E a Mariazita me apresentou em Lisboa
No lançamento do AMOR NA GUERRA, Não esperaria essa ventura
Filho e marido presentes também
O rebento fotografou
Incluiu o pai e a Mariazita mãe
Um gosto!
Gosto para mim também
Daniel Costa
sábado, 29 de outubro de 2011
POEMA UM HOMEM
UM HOMEM
Quando a terra arei
No meu Oeste Natal
Várias árvores plantei
Algumas no quintal
Dessas, frutos degustei
Como se fora vendaval
O progresso as derrubou
Devem haver ainda outras com o meu aval
Um dia, o berço deixei
Não nascera para trabalhador braçal
Há muito sonhava com outra vida
Trabalhar na Capital
Interiormente
Fui sou feliz e trabalhei sempre
Com a literatura, a poesia a fervilhar
Outros estudos estavam na mente
Filha ao mundo dei
O bastante que escrevi, publiquei sempre
Outro tipo de árvores: um livro lancei
A fazer fé no ditado
Fiz tudo para ser um homem
Nunca deixei o sonho abandonado
Hoje um homem feito
Como se fosse uma balada, um fado
As três coisas conseguidas
Para andar mais estou preparado
Um homem
Um fado trinado
Os três acontecimentos
Um homem nado
Daniel Costa
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
POEMA MARIA DA SOLEDADE
MARIA SOLEDADE
Os deuses sem piedade
Fustigaram uma mulher bem divertida
Maria Soledade
Lá na sua cidade do Porto
Foi assim que a conheci
Na beleza daquele horto
Num tempo que não sorria
No entanto confesso que me diverti
Foram tempos menos bons
Menos bons para mim, recuperei e sorri
Para Maria de Soledade
Iniciara-se uma fase ruim
Meus deuses, deusas e Deus?
Porque a castigaram assim
Integra e bondosa foi atingida como os ateus
Por onde mora a justiça?
Oh Zeus!
Deuses fazei com que Maria Soledade
Se vá conformando
Recupere o amor à sociedade
Sorrindo e divertindo de novo
Nunca deixe de nos visitar como boa amiga
De alegria vive o povo
É necessário que Maria Soledade
Esteja sempre connosco
Nesta cristandade
Neste ambiente
Interaja neste mundo de fraternidade
Nos presenteie
Com a sua humanidade
Daniel Costa
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
POEMA MARIA SOCORRO
Conheci uma mulher aqui
Uma poetisa, mulher de gosto
Do distrito do Piauì
Poetisa Nordestina
Da famosa região do Brasil
Cuja cultura, diria folclórica, fascina
No Município de Marcolândia
Maria Socorro, ministra e ensina
Nesse mundo agreste
Onde ministrar instrução a anima
Nos tempos livres
O seu pendor poético domina
Maria Socorro, com a sua amizade
Com e a sua poesia também me fascina
Uma pequena forma de intercâmbio
Fraternal entre dois países irmãos
Entre outro preâmbulo
De fraterna amizade damos as mãos
Do longínquo Piauí
Maria Socorro
Dá exemplos poéticos a chegar aqui
Aqui a Lisboa
Onde entre a muita deslealdade
Esta tem e acolhe gente pura e boa
Como a Maria Socorro
Que bela poesia escreve e aqui ecoa!
Daniel Costa
terça-feira, 25 de outubro de 2011
POEMA SETENTA ANOS

SETENTA ANOS
Não vivo de enganos
Hoje quatro de Outubro
Completo setenta anos
No dia de S. Francisco de Assis
De mil novecentos e quarenta
Veio ao mundo um petiz
Nasceu no tempo de uma tormenta
Guerreavam os nazis
Será por isso o ter sempre havido
Capacidade de sofrimento e de ser feliz
Setenta anos de lutas e aventuras
Deus assim o quis
Aventuras, provações duras
Sempre encaradas com optimismo
Procurando ultrapassar
Jamais pensando no abismo
Manter ideais, sempre o sonho
A procura da verdade sem lirismo
Setenta anos
Talvez a idade de me manter moderno
Gostar da vida, de nela andar
Tendo consciência de não ser eterno
Vivo modesto e humilde com lisura
Nunca desejei o inferno
O céu, a vida eterna não haverá
Procuro a verdade e a justiça
Lutando denodadamente por cá
Setenta anos
Haja paz e justiça
Nada de confusões e enganos
Daniel Costa
Não vivo de enganos
Hoje quatro de Outubro
Completo setenta anos
No dia de S. Francisco de Assis
De mil novecentos e quarenta
Veio ao mundo um petiz
Nasceu no tempo de uma tormenta
Guerreavam os nazis
Será por isso o ter sempre havido
Capacidade de sofrimento e de ser feliz
Setenta anos de lutas e aventuras
Deus assim o quis
Aventuras, provações duras
Sempre encaradas com optimismo
Procurando ultrapassar
Jamais pensando no abismo
Manter ideais, sempre o sonho
A procura da verdade sem lirismo
Setenta anos
Talvez a idade de me manter moderno
Gostar da vida, de nela andar
Tendo consciência de não ser eterno
Vivo modesto e humilde com lisura
Nunca desejei o inferno
O céu, a vida eterna não haverá
Procuro a verdade e a justiça
Lutando denodadamente por cá
Setenta anos
Haja paz e justiça
Nada de confusões e enganos
Daniel Costa
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