
POEMA ESCRITORA SEVERA CABRAL
Foi outrora
afinal
Que
procurei cena menos bucólica,
A
escritora Severa Cabral,
Nunca
terá deixado de a ter como simbólica,
Aposto!
Que desigual!
Dentro
do seu peito, o não ser melancólica
Luta
como que um ser medieval,
A
fazer subir a serra, actual eólica
No
FOLHAS DE OUTOUNO é magistral
Que
mulher aquela! Carismática, quiçá apostólica!
Sem
deixar o seu lado sensual.
A
sua razoabilidade, diria, angélica!
Serena,
actual!
Serenamente,
prosaica, poética
Numa
vertente coloquial,
Que
se pode ler, imaginando réplica,
Réplica
verbal,
De
descrer, apenas imagética
A
escritora Severa Cabral,
Mulher
sábia, talvez lhe advindo da genética,
Apresentando
simplicidade intelectual
Temente
e profética
Reverente,
tanto como irreverente, proverbial!
Dedução;
vezes menor, sempre benéfica
Eu
poeta, usou visão sensorial,
A
tentar desnudar o intelecto dessa mulher simbólica,
Que escreve
gostosamente bem, Severa Cabral
Daniel
Costa









